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Dezenove O prédio está vazio, mas há muitos moradores... .
Está vazio de amigos, de risos compartilhados, de histórias engraçadas, de cartas abertas na mesa, dos gritos de “só falta um”, de portas abertas ao léu, das brincadeiras sem mal. O prédio agora é sério. Pensar é quase adultério, sorrir é um ato obsceno. As portas ficam trancadas, sisudas, mal encaradas, deixando do lado de fora Os risos tão “perigosos”, histórias “subversivas”... O prédio... perdeu sua alma! Ah! Como comove a saudade do “Dezenove”! José Barbosa Junior – fevereiro/2010 |